SalIsabella de Andrade5 de out. de 20151 min de leituraE na liquidez das proximidades entrecortadas pela secura da cidade, escolho esparramar-me em quem, despretensiosamente, me derruba a saliva e retira a água – e o sal – dos olhos.
Próprio céuQuanto da gente cabe em uma porção de linhas tortas e outras tantas palavras ao léu? Tem pele que, num segundo, abriga mais que a...
RabiscoAqueles dias chegaram ensolarados, com uma carta, que me parecia De aceitação. Eu me lembro de retirar o lacre Cuidadosamente Pois me...
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