DespretensiosoIsabella de Andrade28 de set. de 20151 min de leituraE na liquidez das proximidades entrecortadas pela secura da cidade, escolho esparramar-me em quem, despretensiosamente, me derruba a saliva e retira a água – e o sal – dos olhos.
Tão bomEra só mais um tantinho de nada, pensativo e perdido em um instante qualquer. É isso o pensamento sem crença, sem sonho, um tantinho de...
Há aindaExistências sentadas, quase conformadas. Haveria de ser a mesmice a eterna solução? Não. Há ainda os olhos que se encontram e a vontade...
Pelos olhos de ver o marHavia o tempo da descoberta, da reinvenção, do riso e de outro despertar. A gente tenta fugir do tempo, impassível, constante, fiel, e...
Comentários