Buscar
Distante
- Isabella de Andrade
- 1 de set. de 2015
- 1 min de leitura
Quase indício de loucura e um quase extremo de quase nada. Quase permanências, entre quase segredos e a quase cumplicidade que quase sempre se acaba. Quase riso solto entre o quase tempo completo de quase amores que quase se entregam entre o sabor da novidade, enfim, quase esgotada. Quase certeza de si, repuxada entre a quase incerteza do outro e a pele, tranquilamente, quase devorada pelo quase instante fixo no tempo e finalizado pela ideia plenamente frágil de que somos quase inteiros entre sensações quase inalteradas.

Comentários