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Inalteradas
- Isabella de Andrade
- 27 de ago. de 2015
- 1 min de leitura
Quase indício de loucura
e um quase extremo de quase nada.
Quase permanências, entre quase segredos
e a quase cumplicidade que quase sempre se acaba.
Quase riso solto
entre o quase tempo completo
de quase amores que quase se entregam
entre o sabor da novidade, enfim, quase esgotada.
Quase certeza de si,
repuxada entre a quase incerteza do outro
e a pele, tranquilamente, quase devorada pelo quase instante
fixo no tempo e finalizado pela ideia plenamente frágil de que somos quase inteiros
entre sensações quase inalteradas.

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