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Invencionice
- Isabella de Andrade
- 28 de jun. de 2015
- 1 min de leitura
Eu inventei um sábado pra fingir que a gente só sorria e criei uma hora exata em que o tempo não passava e a gente nem ao menos percebia.
Eu inventei um mar pra não ressecar meus olhos, a cada vez que eu visse o asfalto, e não a rua de pedras que a gente bem fingia.
Eu criei uma última vontade, só pra não esquecer que no mais sorrateiro toque, a vontade sempre nos existia.
Eu criei a minha ideia própria de vontade, antes que o tempo do que era, pudesse mostrar aquilo que nos era fácil e eu nem ao menos conhecia.

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