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Nas palmeiras
- Isabella de Andrade
- 5 de out. de 2015
- 1 min de leitura
Entre a sombra das palmeiras, descobre o tempo que não lhe vai. Fiel ao verso que lhe incendeia abre os olhos e larga-os no cais.
Foi-se o tempo das roseiras, pra que rosas? Se te prende ao som que lhe rodeia e perde as flores no caminho em que te vais.
Planta então os pés na terra, colhe os matos e os restos das palmeiras. Não te aquietes, diz-se que o amor é feito tromba d´água, afoga o instante a toda a gente e logo sai.

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