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Passagem
19 de ago. de 2015
1 min de leitura
E se nos for possível entender, por fim, que não é preciso transformar instantes em superfície fixa e inabalável. Ainda assim, entre a passagem, tornam-se eternos, misturados entre nossa própria pele.
E a quem não se atém ao corpo… Resta entregar o que há de mais bonito em nós.

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