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Vento
- Isabella de Andrade
- 9 de jul. de 2015
- 1 min de leitura
E se bastasse um pequeno novo sopro, constante, pra ventanear com toda saudade.
Não existe vento que nos limpe ao todo assim como não há constância a quem fica. O caminhar é a sorte e a permanência de quem vai.

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