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Viajante
- Isabella de Andrade
- 10 de dez. de 2014
- 1 min de leitura
A certeza do caminho conhecido é tão incerta quanto um dia foi.
Caminha o viajante, tentando modificar os rumos.
Voltam os pés ao mesmo local, não por escolha, mas por distração.
Distraiu-se novamente o viajante entre a ilusão desiludida da vivência interna.
Há que se expandir para recriar.
Fecha os olhos novamente o viajante.
O velho caminho, de tão velho, desiludido,
Torna-se armadilha fácil.

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