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Pirotecnias
Maria, uma delas, acreditava que amor mesmo era poder amar sem pirotecnias. Teve certeza que era certo mesmo naquele dia, deitada ao sol...
Isabella de Andrade
16 de out. de 20151 min de leitura
Que Maria?
E de todas, hoje, qual Maria seria? De pés descalços, pele vermelha, o cabelo a descer suor. Maria desajustada, do olho brincante e a...
Isabella de Andrade
16 de out. de 20151 min de leitura
Tudo
Fazer correr o tempo com o assombro de sua própria espera. Fazer parar o instante com a incerteza do que não se fixa – tudo – e o fim do...
Isabella de Andrade
16 de out. de 20151 min de leitura
O menino
Correr o dia a céu aberto e empoeirar os pés até que a terra se misture ao próprio caminhar. Respirar pela primeira vez sem afogar-se em...
Isabella de Andrade
16 de out. de 20151 min de leitura
O ponto
Um rasgo no tempo e um segundo regado às fugidias sensações. Guarda tua dúvida. Qual o ponto de estafa, de fuga e de certeza do amor?
Isabella de Andrade
16 de out. de 20151 min de leitura
Sem som
Era só olhar naqueles olhos e enxergar o mundo inteiro. Carregavam alguma espécie de infinito que se escondia por trás de uns traços...
Isabella de Andrade
16 de out. de 20151 min de leitura
Desapego
E enfim, desejo inato, as pequenas delicadezas tomam seu lugar cativo, o do riso. Vejam só, sobrepuseram-se ao apego indelicado do tempo.
Isabella de Andrade
16 de out. de 20151 min de leitura
Movimento
(…) Ela apertava assim os dedos em uma espécie de vontade contínua por movimento. Um depois o outro e depois o um, faziam barulho de...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Nas palmeiras
Entre a sombra das palmeiras, descobre o tempo que não lhe vai. Fiel ao verso que lhe incendeia abre os olhos e larga-os no cais....
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Único
Confessa ao tempo teu único pecado, por ser aéreo, desfaz o certo e o errado em um movimento continuamente só. Como haveríamos de ser de...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Bem
E antes que fosse possível ao menos distinguir aquele seu esboço borrado de gente que se aproximava de longe, tratei de lhe vomitar todas...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Interminável
No abismo interminável ao alcance dos olhos seria então possível entregar-se outra vez ao que aprendíamos a chamar de paz. Sem tentativas...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Cor de azul
Conjugava facilmente um diário te adorar. Frágil, como um espectro de imagem pintado em um espelho qualquer. Ainda assim, tremendamente...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Tênue
É de sonho que se refaz o tempo E é de estrada que se enche todo caminhante, Sendo gente de mãos entrelaçadas Ou andarilho a ver a lua...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Resto
É que teu olho tem um quê de permanência… Faz difícil não olhar. E puxa a pele, o pé, o cheiro. E o que resta, aos olhos famintos, é a...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Fim
Já pensou? Sentir-se inteiramente abraço e constatar que o tempo não tem fim.
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Bem querer
Esquecer o olhar ao céu, queimar os pés por não perceber o sol de então. Sentir a boca salivando mel e o vento que morde a pele no...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Descoberta
Abrir os olhos e permitir que enxerguem novamente pela primeira vez, sendo pois, toda sensação, passível de descoberta. O amor, não só o...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
Sal
E na liquidez das proximidades entrecortadas pela secura da cidade, escolho esparramar-me em quem, despretensiosamente, me derruba a...
Isabella de Andrade
5 de out. de 20151 min de leitura
O rio e a eterna passagem
Já pensou no quanto é frágil todo o espaço de sensação permitida? E no quanto nos perturba a ideia de que não somos únicos, eternos,...
Isabella de Andrade
28 de set. de 20151 min de leitura
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