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Mar
Já imaginou? Meter os pés na areia e se esquecer no mar. Correr até que não te reste uma gota de suor afogada em sonhos antigos e deixar...
Isabella de Andrade
28 de set. de 20151 min de leitura
Despretensioso
E na liquidez das proximidades entrecortadas pela secura da cidade, escolho esparramar-me em quem, despretensiosamente, me derruba a...
Isabella de Andrade
28 de set. de 20151 min de leitura
não só
Abrir os olhos e permitir que enxerguem novamente pela primeira vez, sendo pois, toda sensação, passível de descoberta. O amor, não só o...
Isabella de Andrade
28 de set. de 20151 min de leitura
Bem-querer
Esquecer o olhar ao céu, queimar os pés por não perceber o sol de então. Sentir a boca salivando mel e o vento que morde a pele no...
Isabella de Andrade
28 de set. de 20151 min de leitura
ponto
Havia a certeza do mundo e dentro do tempo, o tempo do que era mundo parou. As eternidades são efêmeras com a distância.
Isabella de Andrade
28 de set. de 20151 min de leitura
Caminho
Quando perdeu-se o ponto certo, tratou de correr ao vento e soltar os pés que estavam a lhe incomodar. Trazia os dedos bem sujos de terra...
Isabella de Andrade
28 de set. de 20151 min de leitura


Untitled
O beijo da seca é um colorido de acasos. Olha as cores que lhe dançam todos os dias e quase te entrelaçam os olhos. Imagina que elas...
Isabella de Andrade
7 de set. de 20151 min de leitura
Então veja
Ver a cidade, andar o mundo a peito aberto e pés descalços. Fechar os olhos e respirar a própria insanidade que pulsa dentro de um corpo...
Isabella de Andrade
7 de set. de 20151 min de leitura
Sedentos
Não sabe? Gente tem sede de afeto, de cheiro, de tato. Gente tem sede de sentido, de pele, de olhos demorados. Gente tem sede de gente.
Isabella de Andrade
4 de set. de 20151 min de leitura
Abre o peito
Pois desfaz a cara das mentiras sóbrias e coloca na boca algum sorriso embriagado, ainda que perdido no tempo. Livra os olhos de quem lhe...
Isabella de Andrade
4 de set. de 20151 min de leitura
Imperfeitas verdades
Ver a cidade, andar o mundo a peito aberto e pés descalços. Fechar os olhos e respirar a própria insanidade que pulsa dentro de um corpo...
Isabella de Andrade
4 de set. de 20151 min de leitura
Andanças
Eu quero morrer e nascer e desistir e renovar-me novamente. Quero a secura do tempo, os pés rachados e a boca que sangra e torna-se...
Isabella de Andrade
3 de set. de 20151 min de leitura
Distante
Quase indício de loucura e um quase extremo de quase nada. Quase permanências, entre quase segredos e a quase cumplicidade que quase...
Isabella de Andrade
1 de set. de 20151 min de leitura
Salvaguardando
Confinada em certa espessa ilha velha, Temia amores entrecortados Por algum pedaço que lhe abrisse a antiga espera. Pois liberta em novo...
Isabella de Andrade
1 de set. de 20151 min de leitura
Fuga de poeira
Todo terraço é um escape do mundo. Agradeço até o fim dos dias a quem me apresenta, entre o tumulto do concreto ou o tic tac da...
Isabella de Andrade
27 de ago. de 20151 min de leitura
Inalteradas
Quase indício de loucura e um quase extremo de quase nada. Quase permanências, entre quase segredos e a quase cumplicidade que quase...
Isabella de Andrade
27 de ago. de 20151 min de leitura
A poesia se expande quando é multiplicada
Dançamos de encontro ao caos para buscar o momento em que se despedaçam todas as sensações. A vontade é efêmera e o que fica é sustentado...
Isabella de Andrade
27 de ago. de 20151 min de leitura
Compartilhamento demonstrativo e auto-afirmativo
(25.07) E se pudéssemos escolher o tempo das coisas e as coisas no tempo? E se nos fosse possível escolher a hora de cada sensação e a...
Isabella de Andrade
27 de ago. de 20151 min de leitura


Isabella de Andrade
19 de ago. de 20150 min de leitura
Passagem
E se nos for possível entender, por fim, que não é preciso transformar instantes em superfície fixa e inabalável. Ainda assim, entre a...
Isabella de Andrade
19 de ago. de 20151 min de leitura
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